domingo, 1 de outubro de 2017

Pedofilia na Grécia Antiga

HOMOSSEXUALIDADE OU PEDOFILIA NA GRÉCIA ANTIGA?
Sempre quando se fala em homossexualidade na história da humanidade nos lembramos da Grécia Antiga, porque conta-se que entre os gregos a prática homossexual era algo bem visto pela sociedade, duas pessoas do mesmo sexo numa relação intima não era considerado algo “não natural”.
Eu chamo isso de uma historinha, porque vem sendo contada ah muito tempo, e levantada até por estudiosos e militantes da causa Lgbt para justificar a existência e pratica homossexual desde os primórdios da humanidade, mas sem muito fundamento.

Seria muito legal, poder levantar esse argumento sobre os gregos em uma discussão sobre homossexualidade, mas infelizmente é uma MENTIRA, que também é uma verdade, mas como assim?

Existia sim a prática homossexual na Grécia Antiga, mas não era bem vista em todas as suas manifestações; e é um fato, nem sequer existia a palavra homossexual ou algo semelhante para definir essa prática no idioma Grego.

O que existia na Grécia era algo chamado de PEDERASTIA, que é o termo usado para designar uma relação sexual e afetiva entre um homem adulto com mais de 30 anos, e um adolescente com menos de 18 anos. Esses homens Pederastas eram casados com mulher, tinham família mas, praticavam sexo com adolescentes apenas para obter prazer e “ajudar” na formação do jovem.
Agora sobre os adolescentes… sua posição na relação era sempre como passivo, jamais era ativo nas relações. Outra coisa, homossexuais passivos eram considerados a mais baixa classe da sociedade, não eram dignos de confiança e nem respeito, eram a escória da sociedade.

Mas como jovens acabavam com adultos muito mais velhos?

Porque essa prática, e apenas essa prática homossexual era aceitável, porque, havia uma relação entre adolescentes e adultos de pupilo e mestre, no qual o mestre prepara esses jovens para a vida adulta em sociedade, seus próprios pais os entregavam para esses homens mais velhos para aprenderem lições. Entretanto aprender lições, não deveria envolver sexo, mas envolvia, pelo fato do mestre enganar seu pupilo insinuando que a forma mais apropriada de adquirir conhecimento, era pelo sexo, no qual o adulto passa seus conhecimentos para o adolescente. Hoje em dia isso seria chamado de Pedofilia, mas entre os gregos era normal.

Inclusive, os pederastas manifestavam muita crueldade naquela época sobre seus pupilos, em trechos poéticos pode-se observar que o adulto era representado como um forte leão selvagem e o jovem como sua presa frágil e indefesa, assim o adulto satisfazia nestes jovens os seus desejos mais primitivos, e não tinham a menor preocupação quanto às conseqüências que esses atos traziam para o adolescente.

            OS ADULTOS ABUSAVAM SEXUALMENTE DE MENINOS, E OS DEIXAVAM PENSAR QUE ERA PARTE DO APRENDIZADO ESSENCIAL PARA O SEU FUTURO.

A relação entre pessoas do mesmo sexo com idades próximas era totalmente proibida na Grécia Antiga. Aristóteles ainda dizia que, apenas homens com mais de 54 anos poderiam ter relações com um adolescente.

É fato a homossexualidade propriamente dita não existia na Grécia antiga, o que havia era abusos, entretanto não podemos deixar de lado a questão cultural, o que hoje consideramos abuso, na Grécia Antiga era apenas uma atividade pedagógica comum. 

É só para ficar claro, a homossexualidade naquela época/contexto era muito, mais muito diferente do que as que conhecemos hoje.

Texto de: Patricia Rose.



Na Era do Ódio!

Não sei quem é o Bruno Barbosa, mas sei que precisamos parar com a Era do ódio:
O progresso traz o retrocesso: Na "era do ódio", estar certo vale mais do que ser feliz, e o maior problema é que não existe certo na "era do ódio".

Na "era do ódio", as pessoas são donas de suas próprias verdades; são defensoras de suas próprias teses, muitas vezes pessimamente fundamentadas; são agressivas, e retribuem o ódio com mais ódio.
Na "era do ódio", ter opinião pode ser considerado preconceito, e até mesmo crime.
Na "era do ódio", como se não bastassem as notícias de violência extrema, as pessoas tentam defender a paz, mas com discursos regados de ódio.
Na "era do ódio" você não pode ter opinião, religião, opção, ou se tiver, que ela fique guardada pra você.
Na "era do ódio" oque impera é a generalização e a divisão social por estereótipos (negro/branco, homem/mulher, homo/hétero); o seu talento e a sua qualidade se escondem atrás do seu rótulo.

Na "era do ódio", ignoram os seus talentos, baseados na sua posição política, religião, raça ou orientação.
Na "era do ódio" o seu erro encobre todos os seus acertos, então, não erre!
Na "era do ódio", pensar diferente é pecado, e pensar que existe pecado é abominável.
Na "era do ódio", um menino morto pela polícia, um estupro coletivo, um atentado a uma boate, até mesmo o frio, são motivos de guerras e conflitos virtuais, onde as pessoas esquecem a causa da discussão, mas querem expor a sua "verdade" a qualquer custo.

Na "era do ódio", o ódio se paga com ódio.
A "era do ódio" não permite que você nem mesmo se comova com as causas sociais, sem que te apontem o dedo, te acusando de hipócrita.
A "era do ódio" te oprime com discurso de liberdade e te da falsa sensação de liberdade com um discurso de opressão.

A "era do ódio" é brilhantemente representada por Jean Wyllys e Jair Bolsonaro, e se você não concorda com um deles, logo você é simpatizante do outro (mesmo que isso não seja verdade).
Na "era do ódio" a arrogância enrustida e a agressividade mascarada de bom humor, imperam.
Na "era do ódio", o diálogo é uma prática saudável (isso em qualquer sociedade), mas o problema é que não existe diálogo, apenas ataques.

Na "era do ódio"... Ou "era do mimimi", as pessoas são sensíveis, doloridas e CHATAS.
Lamento por fazer parte desse retrocesso.
Lamento por ver que o avanço e o acesso a informação estão "emburrecendo" as pessoas.
Lamento que a "era do ódio" cegue as pessoas para os verdadeiros problemas, e coloque a sociedade contra si, e que talvez se juntássemos os intelectos, talvez 90% dos problemas debatidos estivessem resolvidos.

Eu tento fugir diariamente da "era do ódio", me policiando, me controlando, e me esquivando muitas vezes, mas confesso que é difícil demais não poder ter opinião ou manifestar a minha fé, sem que algum "soldado do ódio" venha me atacar.
Finalizo minha análise parafraseando três representantes da paz mundial, que não precisaram de redes sociais, apenas boas ações e muito amor.

"Se todos dermos as mãos, quem sacará as armas?"
_____ Bob Marley

"Enquanto o mundo for olho por olho, o mundo acabará cego."
_____ Mahatma Gandhi

"E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes."
_____ JESUS CRISTO





Torço pelo fim da "era do ódio", mesmo sabendo que essa simples análise será alvo da "era dó ódio". BRUNO BARBOSA.

O Medo do Padrão!


           Para se fazer uma casa é preciso construir os alicerces. Cada casa ao seu modo e de acordo com sua planta tem seu alicerce e é claro que uma casa feita sem levar as condições do terreno corre o risco de ruir, de acordo com cada terreno é preciso configurar o alicerce, se o solo for arenoso o alicerce precisa ser reforçado, mais profundo...
            Em tudo que fazemos há uma ciência adequada para se ter um resultado bom, seguro e satisfatório, e é claro que tudo que fazemos quando se sabe que tal forma é a forma correta basta então copiar a forma, refazer o que foi feito certo!
            Bem, em tudo que nos cerca precisamos deste padrão e até mesmo de compartilhar o mesmo padrão para que as outras pessoas possam, e de certa forma, usufruir do mesmo padrão e desta forma possamos beneficiá-las com isso. Como por exemplo: um aplicativo de celular; se ele é bom e nos ajudar a ter uma comunicação melhor obviamente este aplicativo precisa ser usado pelas outras pessoas e assim todos usufruem deste "poder" de comunicação.
            E o mais interessante é que ninguém gosta das coisas quando sai do padrão!
            Outro exemplo seria quando alguém compra algum aparelho e o mesmo aparelho não funciona como deveria! Ou seja: está fora do padrão!
            E assim nos vemos prejudicados pelo fato de que em meio a tantos produtos iguais só o seu veio com defeito.
            Bom, é claro que em meio a tudo que nos cerca está à forma certa de se fazer, de se construir e até a forma certa de se possuir, e de preferência aquilo que realmente funcione como se deseja.
            Mas com tantos padrões a nossa volta o ser humano tem fugido de ser um ser Padrão Humano!!!
            Parece que temos um medo vigente e constante de seguir padrões, seja de respeito ou de comportamento e neste medo do padrão defendemos como consumidores de si mesmos o direito de produzir nossos próprios erros!
            Este medo tão padrão no ser humano nos faz ver e falar constantemente que não somos perfeitos, ou que perfeito seja só Deus ou até que não somos santos!!! O pior que exigimos a perfeição e até mesmo um grau de santidade (pureza) no que consumimos!
            Em defesa deste medo agimos como ladrões de nós mesmos infringindo constantemente o padrão de comportamento que deveríamos, pelo menos ao que se espera, ter com o próprio mundo a nossa volta e com isso damos a nós mesmos e somente de dentro pra fora o direito ao errado!!!
            Como que a nossa Casa... Melhor dizendo: nosso corpo, nossa mente vai se manter sã sendo construída em um terreno tão escorregadio que é o ignorar a própria ignorância que temos de nossa própria construção!
            Exigimos em tudo a imagem e semelhança da perfeição, de certa forma, exigimos Deus em tudo, mas excluímos Deus em nós mesmos.
            Este medo padrão de colocar em si mesmo os defeitos e ainda exigir que o mundo fora de si respeite seus erros é bem um medo do compromisso com a “perfeição” afinal de contas, um atleta, um esportista até consegue em certo momento a perfeição na execução de algo, mas como vemos isso é muito trabalhoso, difícil e exige muita dedicação e esforço (treinamento) constante e o que é mais cruel é que isso acontece em um pequeno período de nossa existência. É como se a vida fosse plena somente em uma única primavera e para não ter o compromisso com outras primaveras abandonamos a perfeição adquirida para viver solto e sem medo de braços e abraços com os nossos erros!

Este medo absurdo do certo é que tem tornado tanto e tantos erros em nosso mundo cada vez mais insuportável para a própria vida.
O medo padrão se tornou a covardia aceita e somente os muito corajosos é que conseguem romper essa construção atual.
Pensar fora dos padrões é um risco muito grande, pois o padrão é se alinhar aos covardes e fingir que não haverá vitórias para nós na próxima primavera.

            Quem sabe em uma bela manhã todos acordem com vontade de construir um mundo melhor quando o medo padrão deixar de existir dentro de cada um.


Tudo é amor!

Vida - É o Amor existencial.
Razão - É o Amor que pondera.
Estudo - É o Amor que analisa.
Ciência - É o Amor que investiga.
Filosofia - É o Amor que pensa.
Religião - É o Amor que busca Deus.
Verdade - É o Amor que se eterniza.
Ideal - É o Amor que se eleva.
Fé - É o Amor que se transcende.
Esperança - É o Amor que sonha.
Caridade - É o Amor que auxilia.
Fraternidade - É o Amor que se expande.
Sacrifício - É o Amor que se esforça.
Renúncia - É o Amor que se depura.
Simpatia - É o Amor que sorri.
Altruísmo - É o Amor que se engrandece.
Trabalho - É o Amor que constrói.
Indiferença - É o Amor que se esconde.
Desespero - É o Amor que se desgoverna.
Paixão - É o Amor que se desequilibra.
Ciúme - É o Amor que se desvaira.
Egoísmo - É o Amor que se animaliza.
Soberba - É o Amor que enlouquece.
Sensualismo - É o Amor que se envenena.
Vaidade - É o Amor que se embriaga.
Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do Amor, 
não é senão o próprio Amor que adoeceu gravemente.
autor desconhecido!

sábado, 30 de setembro de 2017

Bem Vindo ao Ser: Ciente!

Você acredita em todas as opiniões que você tem, em tudo que você mesmo (a) fala, pensa; em como agi diante de certas circunstâncias e fatos, acredita que o seu modo de tratar as pessoas é realmente correto; que suas decisões tanto tomadas como as que ainda não realizou são as melhores das melhores possibilidades que há pra você agir?
            Antes de responder isso pense que: Se o mundo funcionasse realmente de acordo com o seu modo de pensar e agir, se tudo que acontece de fato a sua volta fosse conforme os ditames dos seus pensamentos e todos estivessem de acordo com o seu modo de pensar, então tudo seria realmente bom e perfeito?
E mais ainda: Sendo assim e tudo funcionando conforme o seu “querer” todas as pessoas seriam felizes?

            Agora e então: Se você diz:

- Não sou Perfeito (a), mas dou o meu melhor... Sou do bem...
E então você seria feliz com isso?

Agora que leu até aqui já fez uma analise dos seus pensamentos e atitudes que mesmo não sendo “perfeitos” te fazem feliz?
Ou que: Você é feliz com os erros que comete todos os dias?
Pense!
Pensou?

Vamos entender algo mais agora:
Já tentei explicar o que é o amor e outras coisas mais, mas parece que ninguém prestou atenção, então e aproveitando a “modinha” do momento quero falar de um brinquedinho interessante: Hand Spinner!
Trata-se de um simples rolamento com outros 3 em sua volta que ao girar mantém seu “momento angular”, se você tentar move-lo para outra direção sentirá uma leve pressão ou resistência a este movimento... (O brinquedo foi criado em 2016 por Scott McCoskery, mas existem noticias que teria sido criado a mais de duas décadas por Catherine Hettinger...) Bem, da mesma forma que um simples brinquedo giratório mantém seu momento angular, você também tem certa resistência a pensamentos novos, ou mudanças de forma de pensar e agir.


Essas suas “resistências” nada mais visão que manter o seu modo de ser e de pensar que acaba acarretando nos fatos que ocorrem a sua volta!

Seja um simples esquecer das chaves ou até mesmo brigar com alguém que pensa diferente de você e você logo luta para excluir essa pessoa da sua vida por algum fato que você leva em relevância em um momento... No entanto e assim como o perder as chaves nada mais é que uma distração, um pequeno desvio em seu momento angular e você já não lembra mais onde deixou as chaves; assim também você pode estar considerando apenas um pequeno fato para desfazer de toda uma construção verdadeira em sua vida com outra pessoa, porém assim como você percebe que na pergunta acima você pode falhar no seu julgar, na sua forma de ver as coisas você também pode falhar com outras pessoas, não é mesmo?

Mas então!
Quando você falha você admite?

Assume as suas Imperfeições? Ou mantêm a suas opiniões até o fim?
Assumir que errou é como assumir que esqueceu suas chaves, que estava distraído (a) ou até mesmo que buscou insistir em suas opiniões (insistiu em um momento angular), no entanto percebeu seu erro ou até mesmo os exageros cometidos!

Fazemos isso o tempo todo!

Nem sempre estamos tão cientes das coisas e muitas vezes assumimos valores ilusórios; como achar que alguém pegou suas chaves, ou até mesmo que elas podem estar em outro bolso. Nada demais aceitar isso, assim como também não há mal nenhum em desfazer de opiniões e idéias que podem ser construções falsas e ilusórias de outras pessoas e então você assume aqueles valores pra si. Agora: Será que as opiniões e formas de agir e de pensar dessas pessoas está mesmo correta?

Veja: Não há como escapar de muitos e muitos erros cometidos durante um dia, mas isso não significa que você seja imperfeito ou que você não deu o melhor de si. Pode significar apenas que em muitos fatos você não pensou direito ou se concentrou demais em algo e esqueceu de outros detalhes e assim como esquecemos as chaves e por medo de esquecer adquirimos hábitos e mantemos este habito como nosso momento angular, mas se alguém interferir ou nos distrair podemos mesmo assim esquecer as chaves novamente!

Bom, as chaves é um exemplo, e também não se trata apenas de esquecer, a analogia apresentada serve para tudo, inclusive para opiniões que aceitamos até como fundamento e que pode ser apenas uma manutenção do momento angular de alguém...

Ser ciente de si tem um alto preço: O isolamento total do mundo a sua volta para poder olhar apenas para uma única realidade de cada vez e depois partir pra outra, como por exemplo: - Coloquei as chaves em meu bolso direito e pronto! Agora outra realidade... E assim você se coloca em um estado constante de estar pronto para ser o ser que realmente quer ser: Alguém realmente do bem, que faz o seu “melhor” a cada momento e assim vamos aos poucos melhorando e criando novos valores, pois assim serás ciente o suficiente para ser mesmo quem você pensa que é.



A Mediocridade em Ser do Bem!

Já foi sinal de sofisticação falar no inicio de um dialogo: - Á nível de...
Ainda é um sinal de juventude e de bem estar falar: - To de boa!
A palavra: Gratidão! É o ícone de uma geração totalmente desapegada em resolver próprios conflitos, pois para todos os problemas a “gratidão” do Universo irá trazer a solução pra você, e de graça!


Agora vem surgindo uma nova modalidade de pessoas em nossa sociedade: O Ser do bem!

É muito fácil ser do bem, segundo essas pessoas, é só ser alegre, não se importar com pensamentos “negativos” viver e principalmente “APROVEITAR” A VIDA!

Daí já começa as falhas!

Aproveitar é tirar o proveito, é pegar algo bom e usar isso ao seu modo, dentro dos seus próprios desejos. Ora! Se você é DO BEM, então você é um produtor do bem e não um consumidor do mesmo, consumir o bem não é ser do bem... Vamos entender melhor: Você consome alimentos, então os alimentos te fazem bem, e isso faz você um consumidor; alguém que apenas usufrui se beneficia de algo, mas você não é um alimento, correto?
            Portanto você apenas usufrui o bem que os alimentos te trazem, e usa isso do modo que “bem” entende. Então o ideal seria, por exemplo: Ao chupar uma laranja, pra continuar com os benefícios que a laranja lhe deu você deveria ao menos plantar a semente!
            Bem, é claro que a vida que temos hoje não permite que plantemos sementes, mas de uma forma indireta podemos fazer isso ao, por exemplo: Costurar uma camisa para que um produtor de laranjas possa usar. Isso forma uma corrente, se for pensar em tudo a nossa volta, cada coisa que fazemos é um bem gerado para que a gente continue a usufruir outros tantos bens que acabam promovendo a vida, a felicidade, a nossa saúde e bem estar para todos e não só pra nós mesmos, como seguindo o exemplo da laranja: Ter no mercado uma boa laranja, e de preferência saudável (sem agrotóxicos) já forma uma corrente do bem onde todos se beneficiam.
            No entanto, as supostas pessoas do Bem, usam o seu próprio potencial de bondade (conhecido como dinheiro) para fumar, por exemplo, como você pode ser uma pessoa do bem fazendo mal a si mesmo?
Mas por incrível que pareça, as pessoas tentam justificar isso como se o fato delas fumarem também produz um bem, principalmente a Souza Cruz, e ai entra o lado medíocre em ser do bem: pois não importa se algo é realmente bom, o importante é ser feliz com isso!

            Agora pense: Se um assassino se sente mal em matar, então por que ele mataria?
De certo somente uma pessoa provida de uma verdadeira bondade se sente mal só de ler a frase acima, mas as supostas pessoas do bem não se importam com os outros, portanto não demonstram sensíveis aos fatos que sejam alheios aos seus próprios interesses, daí então o ser não participa desta corrente do bem, apenas se beneficia dos bens produzidos e até mesmo se prejudica, como no caso de fumar, mas pra você não importa, afinal o corpo é seu e você faz o que bem quer, não é mesmo?

Mas então como pessoa do Bem você sendo fumante ou até um alcoólatra social (que só bebe em meio ao rebanho, mas só faz isso nos fins de semana, todas as semanas rsrs) você pode ser um bom doador de sangue?

Certamente que não!

E pra piorar como pessoa do bem que fuma, bebe e se diverte e não ta nem ai para que os outros pensam está no grupo de pessoas que sofre mais acidentes em um fim de semana, e precisa de sangue; os otários que não fumam e não bebem, não aproveitam à vida irão socorrer este cidadão do bem que causou uma mobilização de um grupo de pessoas pra socorrer vossa pessoa e ainda dar o sangue para que este possa continuar a ser do Bem!
Veja só! Ser do bem é muito mais que ser alegre, se divertir e ‘aproveitar’ a vida, Ser do bem é primeiramente estar comprometido em ser uma pessoa boa até pra si mesmo ao ponto de não cair nas tentações dos benefícios a sua volta e apenas “aproveitar” a vida como se a vida pudesse acabar na hora seguinte e sim viver a vida sabendo que você é do bem por ter vivido todos os momentos de sua existência realmente aumentando e proporcionando um bem maior pra sua própria vida, pra outras vidas, pra todo o Universo e tudo mais! E assim você não precisa anunciar que é do bem, todos saberão o que você é sem precisar portar uma bandeira anunciando isso só pra ter as coisas boas direcionadas pra si mesmo!

Quem é do bem, faz o bem, e não precisa sair contando o que é, pois afinal o bem é tão óbvio que quem está ao seu lado acaba sendo sem ao menos perceber.

Seguindo o Conformismo!

Estudo Cientifico Mostra: Como negamos nossas idéias para seguir ao conformismo da maioria!
Todos sabemos que os seres humanos são conformistas naturalmente: nós copiamos a maneira de vestir do outro, maneiras de falar e de atitudes, frequentemente sem raciocinar...
           
Mas exatamente até onde esse conformismo vai? 
Você acha que é possível negar informações inequívocas dos seus próprios sentidos apenas para se conformar com outras pessoas?
Dê uma olhada na figura abaixo:
Compare a linha à esquerda com as três linhas à direita: A, B e C. 

Qual destas três linhas é do mesmo comprimento que a linha solitária à esquerda?
É obviamente a letra C. 
Mas uma experiência de psicologia clássica conduzida na década de 1950, 76% das pessoas negaram seus próprios sentidos pelo menos uma vez, escolhendo A ou B. 
Que tipo de táticas de pressão psicológica fizeram isso?
A coisa fascinante sobre esta experiência foi que seu criador, o renomado psicólogo Solomon Asch, tentou provar exatamente o oposto.

O Experimento:

Para testar sua teoria, ele trouxe graduandos do sexo masculino, um de cada vez, para um quarto com oito outras pessoas que se passaram de participantes (Asch, 1951). 

Eles então, mostraram as três linhas, semelhante à figura acima, aos participantes.

Os participantes foram convidados a dizer qual linha – A, B ou C – era o mesmo comprimento que a linha de referência. 
Este procedimento foi repetido 12 vezes com participantes observando variações da figura acima.
O que os participantes não perceberam foi que todas as outras pessoas sentadas ao redor da mesa estavam no jogo. 
Eram todos confederados, que o experimentador lhes dissera que dessem uma resposta errada. 
Na metade dos testes os confederados respondiam que era a linha curta(A) a resposta certa, e a outra metade diziam que a resposta certa era a linha mais longa(B).
O verdadeiro participante experimental, que não sabia nada disto, era o sexto a dar sua resposta depois que outros cinco confederados do experimentador deram a resposta errada.

Descobertas Surpreendentes

Os resultados eram fascinantes, e não o que Asch esperava:

- 50% das pessoas deram a mesma resposta errada que os outros em mais da metade dos ensaios.
- Apenas 25% dos participantes recusaram-se a ser influenciados pelo juízo grosseiramente falso da maioria em todos os 12 julgamentos. 
- 5% se conformaram com a maioria opinião incorreta. 
- Em todos os ensaios, a taxa de conformidade média foi de 33%.
Intrigado por que os participantes tinham ido junto com a maioria, Asch entrevistou-os após a experiência. 

Suas respostas provavelmente são muito familiares para todos nós:

- Todos se sentiram ansiosos, recearam a desaprovação dos outros e tornaram-se auto-conscientes. 
- A maioria explicou que eles viram as linhas de forma diferente que o grupo, mas depois sentiram que o grupo estava correto. 
- Alguns disseram que foram junto com o grupo para evitar se destacar, embora soubessem que o grupo estava errado. 
- Um pequeno número de pessoas realmente disse que viu as linhas da mesma forma que o grupo.
Os resultados deste estudo foram tão surpreendentes que inspirou muitos psicólogos a investigar mais. 

Aqui estão algumas das suas conclusões:

O próprio Asch descobriu que se o participante só tivesse de escrever a sua resposta (enquanto outros mostrassem as suas) a conformidade foi reduzida para 12,5%. 
Deutsch e Gerard (1955) encontraram taxas de conformidade de 23% mesmo em condições de alto anonimato e alta certeza sobre a resposta. 
Aqueles que são "conformadores" normalmente têm altos níveis de ansiedade, baixo status, alta necessidade de aprovação e, muitas vezes, personalidades autoritárias. 
As diferenças culturais são importantes no conformismo. Pessoas de culturas que vêem a conformidade mais favoravelmente - tipicamente sociedades orientais - são mais propensas a se conformar.

Perigos do Conformismo

As variações sobre o tema original continuam, examinando muitas possíveis permutações experimentais, mas o achado básico ainda permanece sólido. 
Embora não haja nenhuma surpresa que copiamos uns aos outros, é incrível que algumas pessoas vão se conformar apesar da evidência de seus próprios olhos. 
Imagine o quão fácil é encorajar o conformismo (manipular opiniões) quando os níveis de ambiguidade são muito mais elevados, como são freqüentemente na vida cotidiana. 
Em muitas situações, precisamos de conformidade. 
De fato, muitos aspectos de nossas vidas sociais seriam muito mais difíceis se não estivéssemos em certa medida – conformados.
Os perigos do conformismo são muito conhecidos, basta dar uma olhada nas implicações dos experimentos de obediência de Milgram para um vislumbre do que os humanos farão em nome da conformidade. 
Grande parte das vezes é melhor pensarmos por nós mesmos do que confiarmos no que os outros dizem e fazem.
25% mantém a integridade


Como demonstrou pesquisa de Asch, 25% dos participantes se recusaram a mudar de opinião e continuaram íntegros a sua própria conclusão.
Mais vale lembrar que esse é um teste assustador, porque o problema é muito simples e lógico de se resolver, 100% deveriam ter se mantido íntegros.
Quando passamos para questões do dia a dia, onde a resposta não é tão simplista, esse percentual de 25% cairia drasticamente. 
Porque a influência do conformismo no meio social é mais sofisticada, complexa e sutil. 
Assim, no meio social poucos conseguem manter a integridade e ver os cenários como eles realmente são, sem se curvarem a comodidade e o status quo de fazer o que todo mundo faz, só porque todo mundo faz. 

Como os meios de comunicação criam a ideia de conformidade?


A maioria dos canais de comunicação no mundo e claro, no Brasil utilizam-se dessas técnicas de conformidade para induzir a grande maioria da população a aceitar tal ideia, mesmo que seja prejudicial a maioria.
A televisão utiliza-se dessa estratégia diariamente, eles convidam “especialistas” que tem uma visão próxima aos interesses desses grupos.
Assim, esses “especialistas” traçam suas opiniões, que são acompanhados por milhões de pessoas.
Grande parte da população acaba mudando de opinião e seguindo a opinião induzida diariamente e repetidamente. 
Ocorre exatamente o mesmo processo que a pesquisa de Asch sugere acima, que mudamos de opinião por medo de desaprovação, ansiedade, vergonha, etc. 
As pessoas mudam e seguem as novas opiniões, e passam a defender essas teses como se fossem suas, mesmo que internamente ela tenha um sentimento diferente. 
É o famoso “Jogar para torcida“.

Veja outras técnicas de manipulação em massa usadas diariamente contra você.

Como não cair na conformidade apática?

1 – Questione sempre! 
Senão lhe derem respostas inteligíveis, continue questionando. 

2 – Jogue sua Televisão fora.
Se assustou? Parece radical? 
Não duvide da capacidade da televisão de te manipular, mesmo os mais despertos tem que tomar cuidado com a estratégias de distração da TV. 
Então, para se proteger, é melhor não ter. 
Em países com alto índice de ignorância (o Brasil ficou em sexto no índice de ignorância mundial, veja no gráfico abaixo) com baixo nível cultural, a melhor maneira de manipular a massa é através da TV, com programas vazios e jornais sensacionalistas direcionados a interesses próprios.


3 – Leia mais livros! 
Não leia só revistas, jornais e artigos da internet, leia livros de capa a capa.
Como você jogou sua TV fora, agora terá mais tempo de frequentar livrarias, bibliotecas e ler mais. 
Nesses tempos de internet o livro nunca foi tão essencial, ele nos permite aprofundar e entender mais sobre um determinado tema. 
Artigos curtos da internet ou revista são importantes, mas acabam não aprofundando realmente sobre os assuntos. 

4 – Opinião Oposta
Sempre que ler sobre um assunto, procure um site ou autor que tenha opinião oposta sobre o mesmo assunto. 
Assim, você terá duas opiniões contrárias sobre determinado assunto e também terá sua opinião pessoal,põe as três na balança e terá condições de traçar uma opinião mais acertada sobre o tema. 
Melhor ainda é confrontar várias opiniões de amigos, parentes, especialistas e desconhecidos para ter uma visão mais global. 

5 – Medite! 
A meditação permite que você tenha uma visão mais global, centrada e clara sobre a realidade, lhe permite ter maior controle sobre suas ansiedades e medos, que são usados para te manipular. 
Pode começar por aqui.

6 – Investigue
Investigue sobre a vida do “especialista” na internet … Ele realmente faz o que fala, quais são suas inclinações, etc. 
Investigue sobre os interesses de grupos que dominam a comunicação.
Você crê que grupos bilionários da mídia tem os mesmos interesses que você, que as sociedade em geral? 
Você crê que eles buscarão sempre a verdade dos fatos como querem nos fazer acreditar? Ou a ideia deles é se perpetuar no poder? 
Lembre-se que grandes grupos de comunicação são empresas privadas, e como qualquer empresa privada, visam o lucro. 
Qualquer notícia que prejudique o “lucro” ou o “poder” deles não será divulgada. Simples Assim!
Você sabia que apenas 9 famílias dominam a mídia no Brasil?
Quer ajudar seus amigos, famílias e sociedade a serem menos conformistas?

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Ou vai ficar com vergonha do que vão pensar sobre você?  
Postado por Soninha Pereira  em  Mostradores da Luz - Somos do Futuro
Divulgação: Desígnios da Igualdade
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